América Latina: Ajustes Dolorosos e a Impopularidade
Presidentes como Milei enfrentam impopularidade por ajustes econômicos na AL. Analisamos a tensão entre reformas necessárias e o sofrimento social, buscando a justiça e coesão.
Presidentes como Milei enfrentam impopularidade por ajustes econômicos na AL. Analisamos a tensão entre reformas necessárias e o sofrimento social, buscando a justiça e coesão.
Protestos na Argentina contra cortes de Milei em universidades. Artigo aborda a tensão entre austeridade fiscal e a missão vital da educação pública pela Doutrina Social.
Na Argentina, Milei enfrenta protestos universitários por cortes orçamentários que desrespeitam a lei de financiamento. Analisamos a tensão entre austeridade fiscal e a primazia do direito.
Na Argentina, cortes orçamentários nas universidades públicas geram tensão civilizacional. A austeridade do governo Milei desafia o Estado de Direito e a vitalidade das instituições.
Zema propõe ultraliberalismo para o Brasil: privatizações massivas e defesa de trabalho infantil. Modelos Milei e Bukele ameaçam justiça social e democracia. Analisamos riscos e custos.
A reforma eleitoral de Milei na Argentina propõe fim das PASO e novo financiamento. Analisamos se as medidas fortalecem a democracia ou concentram poder e fragilizam a participação cidadã.
A reforma eleitoral de Milei na Argentina busca eliminar as PASO e alterar o financiamento partidário. Analisamos como a proposta, sob a bandeira da eficiência, pode concentrar poder e minar a participação popular e a justiça eleitoral.
Milei propõe fim das PASO e Ficha Limpa na Argentina. A reforma eleitoral busca eficiência, mas pode centralizar poder e esvaziar a participação cidadã, alertam princípios da DSI.
Reforma eleitoral de Milei: Ficha Limpa acerta, mas fim das PASO e financiamento privado ameaçam democracia. Análise do projeto e seus riscos ao bem comum, subsidiariedade e participação.
A reforma eleitoral de Milei na Argentina extingue as primárias e amplia o financiamento privado. A proposta visa sanear, mas pode centralizar o poder e fragilizar a representação democrática.