Ajuda Humanitária à Bolívia: Fura-Greve, Subsidiariedade e Estado
Ajuda humanitária do Brasil à Bolívia em greve: solidariedade ou 'fura-greve'? Questões de subsidiariedade, justiça e poder do Estado, analisadas pela Doutrina Social da Igreja.
Ajuda humanitária do Brasil à Bolívia em greve: solidariedade ou 'fura-greve'? Questões de subsidiariedade, justiça e poder do Estado, analisadas pela Doutrina Social da Igreja.
Acordos entre EUA, Israel e Irã são 'paz' tática, não duradoura. Analisamos como a diplomacia negligencia justiça e veracidade, prolongando conflitos. Uma análise crítica.
A crise humanitária em Cuba é moldada por sanções e políticas internas. Analisamos a responsabilidade do governo cubano e o apelo internacional para rever restrições e buscar reformas.
Encontro de Flávio Bolsonaro com Trump na Casa Branca, sem canais oficiais, levanta sérias questões. A diplomacia paralela mina transparência e instrumentaliza a política externa do Brasil.
A Bolívia aprova o uso militar em protestos, buscando restaurar a ordem pública. Contudo, a medida arrisca a opressão, a politização das Forças Armadas e confronta os princípios de liberdade e subsidiariedade.
Acordo sobre dívidas rurais transfere ônus ao Tesouro, poupando Fundo Social. Analisamos a solução paliativa que levanta questões de justiça fiscal e sustentabilidade pública.
Protestos na Bolívia expõem violência estatal e a armadilha do niilismo político. Inspirado na Doutrina Social, o artigo defende a busca por justiça e uma ordem legítima, preservando instituições.
Orçamento da Secretaria de Governo de Salvador (SEGOV) em 2026, com R$ 108,77 milhões, carece de transparência. Análise da opacidade dos gastos e o impacto na gestão pública e prioridades sociais.
A relação Lula-Trump exibe calmaria, mas a pressão dos EUA por minerais e ingerência eleitoral persiste. O Brasil precisa de uma política externa ancorada em princípios para proteger sua soberania.
Donald Trump financia "vítimas" do Capitólio, aprofundando a crise republicana. O artigo analisa como essa desordem mina a justiça social e corrói a democracia.