Cisjordânia: Assentamentos e a Demolição da Paz Justa
Potências europeias condenam assentamentos e violência na Cisjordânia. Expansão ilegal destrói paz, justiça e inviabiliza solução de dois Estados, apesar da segurança de Israel.
Potências europeias condenam assentamentos e violência na Cisjordânia. Expansão ilegal destrói paz, justiça e inviabiliza solução de dois Estados, apesar da segurança de Israel.
A interceptação da Flotilha Sumud por Israel revela uma agressão que desafia o direito internacional. Analisamos o escândalo moral, a condenação global e o juízo à luz da Doutrina Social da Igreja.
Brasil condena humilhação de ativistas da Flotilha Global Sumud por Israel. Analisamos o conflito entre segurança nacional, direito de defesa e a inalienável dignidade humana.
Massacres em Kafr Qasim, Qibya e outros vilarejos revelam a brutalidade da limpeza étnica na Palestina. Este artigo exige reconhecimento histórico, justiça e responsabilidade pelos crimes contra a humanidade e a memória de um povo.
Massacres contra civis na Palestina, de Kafr Qasim a Tel al-Zaatar, clamam por justiça. Analisamos a impunidade e a falha moral de narrativas ideológicas que corrompem a verdade.
Netanyahu anuncia controle de 60% de Gaza sobre ruínas. Analisamos a declaração, o custo humano e a tensão entre a retórica política e a realidade moral da devastação no terreno.
Israel aprova tribunal militar com pena de morte para membros do Hamas. Analisamos os riscos à justiça, direitos humanos e a visão da Doutrina Social da Igreja sobre retribuição e paz.
UE sanciona colonos israelenses na Cisjordânia. Analisamos a violência, a reação de Israel e a busca por uma ordem moral pública, balançando direitos e segurança. Um caminho para a paz justa é explorado.
Eleições municipais em Gaza e Cisjordânia buscam unificação, mas o artigo revela: o voto fragmentado e a exclusão da Faixa esvaziam a soberania e a paz real na Palestina.
Eleições municipais na Cisjordânia e Gaza oferecem pouca escolha real. Artigo analisa como listas únicas e baixa participação minam a legitimidade democrática e a dignidade do eleitor, acentuando divisões na Palestina.