Prerrogativas do Executivo reféns da barganha legislativa
Derrotas legislativas forçam Planalto a barganhar. A política vira balcão de negócios, corroendo a separação de poderes e a integridade institucional da república.
Derrotas legislativas forçam Planalto a barganhar. A política vira balcão de negócios, corroendo a separação de poderes e a integridade institucional da república.
Presidente Trump usou um cessar-fogo temporário com o Irã para suspender o prazo da Resolução sobre Poderes de Guerra. Essa manobra legal abala o controle democrático do Congresso.
A crise da Lei de Poderes de Guerra no Irã expõe a centralização do poder presidencial por Trump. Analisamos como a desobediência ao Congresso mina a constituição moral e a justiça na república.
A guerra no Irã expõe a usurpação presidencial de poderes, violando a Lei de 1973 e a Constituição. Analisamos o conflito entre Executivo e Congresso e o custo da verdade.
Rejeição no STF e vetos derrubados: o Congresso reafirma sua autonomia. Lição vital sobre separação de poderes, crítica à estatolatria e princípios para a República.
O governo dos EUA redefine 'hostilidades' para contornar o Congresso na questão do Irã, fragilizando a lei dos Poderes de Guerra. Essa manobra arbitrária ameaça a separação de poderes e a veracidade pública.
A rejeição no STF e o veto derrubado revelam crise de confiança institucional. O Senado reagiu ao Judiciário, clamando por subsidiariedade, equilíbrio de poderes e humildade constitucional.
Impasses políticos no Brasil geram crise institucional. A judicialização rotineira e o uso eleitoral de pautas sociais corroem a separação de Poderes, minando a confiança na República.
Senado rejeita indicação ao STF. Prerrogativa constitucional sob pressão de lobbies e busca do Executivo por Judiciário 'parceiro'. Analisamos a integridade institucional.
A prerrogativa do Senado em vetar indicações ao STF virou tática eleitoral. A rejeição de Messias expõe um Judiciário refém de disputas partidárias, minado na sua essência e função.