República Febril: A Moral do Veto no STF e o Poder Legítimo
A recente rejeição no STF expõe a 'febre' da República. Este artigo analisa a urgência de uma fibra moral que legitime o poder do Congresso, além da mera prerrogativa constitucional.
A recente rejeição no STF expõe a 'febre' da República. Este artigo analisa a urgência de uma fibra moral que legitime o poder do Congresso, além da mera prerrogativa constitucional.
Médico no STF em 1894: engenheiros rejeitados. O paradoxo da Primeira República expõe a tensão entre 'notório saber jurídico' e a política nas nomeações. Lições históricas sobre freios, contrapesos e a justiça institucional.
A crise no Rio de Janeiro aprofunda-se com o crime organizado infiltrado na política. Denúncias sem provas suficientes minam a credibilidade, questionando a busca por justiça e a real veracidade das acusações. A ordem pública clama por integridade.
Senado rejeita Jorge Messias ao STF. O veto, embora constitucional, levanta questões sobre os reais critérios e a opacidade do voto secreto, minando a confiança nas instituições e a justiça republicana.
Senado rejeita Jorge Messias ao STF. O veto questiona a coerência e transparência nas indicações à Suprema Corte, e o papel da justiça e veracidade na República.
A prerrogativa do Senado em vetar indicações ao STF virou tática eleitoral. A rejeição de Messias expõe um Judiciário refém de disputas partidárias, minado na sua essência e função.
A sabatina de Messias ao STF reacende o debate sobre contenção judicial e subsidiariedade. A análise explora o equilíbrio entre um Judiciário limitado e a defesa de direitos fundamentais.
Análise política sob lentes ideológicas distorce a realidade, instrumentalizando conflitos no Oriente Médio. Este artigo defende a veracidade e a justiça contra a propaganda e o ódio.
Mãe e filho brasileiros morrem no Líbano sob ataques. A nota do Itamaraty condena ações israelenses e exige retirada, gerando debate sobre a simetria diplomática e a urgência da justiça.
O indiciamento de James Comey por uma foto levanta a questão da liberdade de expressão. Analisamos a tênue linha entre símbolo, ameaça política e a instrumentalização da justiça.