Brasil: Política do Caos se Esgota, Pautas Concretas Crescem
A política brasileira esgota táticas de caos e chavões anacrônicos. O eleitorado busca pautas concretas: trabalho, moradia, transporte. A nova política precisa de verdade e justiça.
A política brasileira esgota táticas de caos e chavões anacrônicos. O eleitorado busca pautas concretas: trabalho, moradia, transporte. A nova política precisa de verdade e justiça.
Brasil não classifica PCC/CV como terroristas por formalismo da ONU, mas suas ações são. Essa "cegueira voluntária" mina a segurança pública e a cooperação internacional.
A tática de classificar PCC e CV como terroristas é oportunismo político que desvia o debate real sobre segurança. Analisamos como isso fragiliza o Estado e o combate efetivo ao crime organizado no Brasil.
Classificar PCC e CV como terroristas é um erro legal, alertam juristas. Crime organizado busca lucro, terrorismo visa fins ideológicos. Brasil deve manter distinção e soberania no combate à violência.
Agnelo Queiroz justifica sua gestão com lista de obras, mas o artigo questiona a continuidade e veracidade dos projetos públicos. Analisamos a solidez do legado e a responsabilidade duradoura.
No Oriente Médio, a verdade é ofuscada pela geopolítica. EUA, Irã e Israel moldam narrativas. A coluna defende a urgência da veracidade e justiça para discernir os fatos e buscar a paz.
A Irmandade Muçulmana e o islamismo militante desafiam o Ocidente. A Doutrina Social da Igreja oferece discernimento para uma integração justa, combatendo estereótipos e simplificações. Leia.
EUA classificam PCC e CV como terroristas. A medida auxilia no combate ao crime, mas o texto questiona o impacto na soberania do Brasil e a necessidade de foco interno.
Em São Paulo, a letalidade policial disparou e corrupção na PM cresceu. O artigo explora como impunidade e recusa de fiscalização fragilizam ordem moral do Estado e confiança pública.
O Presidente reinscreve nome ao STF após rejeição do Senado, tensionando os alicerces da República. A insistência desafia a separação de poderes, a prerrogativa do Legislativo e a confiança na justiça.