Desordem Global: Sanções, Soberania e Má Governança
A desordem global expõe sofrimento em Gaza, Venezuela e Cuba. Analisamos as sanções externas e a má governança interna como causas da crise, defendendo a responsabilização múltipla.
A desordem global expõe sofrimento em Gaza, Venezuela e Cuba. Analisamos as sanções externas e a má governança interna como causas da crise, defendendo a responsabilização múltipla.
O livro 'As Regras da Guerra' de Charleaux expõe o conflito entre o Direito Internacional Humanitário e a perfídia em guerras modernas. Discute justiça, autodefesa e a aplicação universal das normas para proteger civis.
No Líbano, a paz edificada sobre ambiguidades diplomáticas revela seu alto custo em Beirute. O artigo expõe a falha na veracidade pública e a desordem que impede a justiça internacional.
Os ataques próximos à central nuclear de Bushehr, no Irã, revelam uma falha moral das instituições internacionais. A omissão do agressor corroi a justiça global e a paz.
A Alemanha adota dois pesos e duas medidas no direito internacional: rigor contra a Rússia, mas hesitação com aliados. A coluna critica como essa justiça seletiva corrói a ordem global e a credibilidade ocidental.
A paz no Oriente Médio exige mais que um cessar-fogo. Este artigo defende que a verdadeira paz se constrói sobre justiça, respeito à soberania e reparação, não sobre a recompensa da agressão inicial.
A pressão dos EUA ao Irã e os bombardeios israelenses no Líbano revelam um grave desarranjo internacional. A paz duradoura exige justiça, veracidade e respeito mútuo, rejeitando a imposição unilateral ou humilhação política.
Crise da governança global: o clamor do 'Sul Global' é legítimo, mas retórica abstrata esconde divisões. Reforma exige justiça real e lei natural nos Estados.
A exigência de Trump para que Europa e OTAN entrem no Estreito de Ormuz gera crise. A paralisação do petróleo revela a tensão entre força bruta e o direito internacional. Ações unilaterais põem à prova a justiça.
Washington considera intervenção no Irã, repetindo erros do Iraque. A falta de plano pós-conflito e a unilateralidade ignoram princípios de justiça e subsidiariedade, arriscando novo caos.