Cidade Verde: Justiça Climática e o Limite do Verde Individual
Cidades verdes e resfriamento urbano: a iniciativa individual não basta. É urgente debater a justiça ambiental e políticas públicas que garantam infraestrutura verde acessível a todos.
Cidades verdes e resfriamento urbano: a iniciativa individual não basta. É urgente debater a justiça ambiental e políticas públicas que garantam infraestrutura verde acessível a todos.
Marina Silva freou o desmatamento e captou fundos para o Meio Ambiente. Mas o Brasil resiste à conversão ecológica, com alicerces frágeis, tratando a agenda como apêndice político.
Saúde pública: inaugurações de obras e a polêmica distribuição de contraceptivos pelo MS. O artigo critica a visão fragmentada que instrumentaliza a vida, desrespeitando a dignidade humana e a família. Defende uma gestão ética e sustentável para serviços integrais.
O micro-ônibus híbrido a etanol é um paliativo à descarbonização, mas pode desviar do objetivo real. A coluna pondera custos do biocombustível e o risco de adiar soluções zero-emissão.
A restauração da Amazônia via agroecologia é essencial, mas exige mais. Analisamos como autonomia indígena, sustentabilidade econômica e demarcação territorial são cruciais para um desenvolvimento justo e integral.
A falência hídrica global urge. O artigo contrapõe a visão da água como mercadoria. Defende-a como bem comum, exigindo gestão pela justiça, subsidiariedade e Doutrina Social da Igreja.
Uma transfusão inédita em onça-pintada em cativeiro levanta questões sobre alocação de recursos e ética na conservação. A coluna analisa se o foco individual não desvia da proteção de ecossistemas.
Microplásticos no Pantanal revelam falha estrutural. O texto explora como a ênfase no descarte individual ignora a responsabilidade da indústria e do Estado, exigindo justiça ambiental e infraestrutura.
A restrição do Ibama à exportação de barbatana de tubarão-azul expõe caos regulatório. Decisão, embora justa, ignora indústria e saúde interna, gerando assimetria moral.
A Terra Preta Amazônica (TPA) impulsiona reflorestamento. Sua origem ancestral exige ética: reconhecer e garantir justiça aos povos originários é crucial para evitar apropriação cultural.