Relações EUA-Europa: O Mito do Afastamento e a Aliança Real
A tensão entre EUA e Europa esconde laços vitais. Analisamos o mito do afastamento transatlântico, a busca por autonomia e os riscos da retórica destemperada para a segurança global.
A tensão entre EUA e Europa esconde laços vitais. Analisamos o mito do afastamento transatlântico, a busca por autonomia e os riscos da retórica destemperada para a segurança global.
Senador Flávio Bolsonaro pede "pressão diplomática" dos EUA sobre o Brasil. Análise do risco à soberania, da responsabilidade política e da Doutrina Social da Igreja.
A sugestão de classificar facções brasileiras como terroristas gera debate. Coluna discute o dilema do Estado entre soberania, definição legal e o terror real imposto aos cidadãos. A proteção do povo exige reavaliação.
A fala de Flávio Bolsonaro no CPAC expôs o Brasil a uma imagem degradada, solicitando pressão externa sobre a nação. A coluna critica como essa postura enfraquece a autonomia e a credibilidade das instituições democráticas.
A Alemanha adota dois pesos e duas medidas no direito internacional: rigor contra a Rússia, mas hesitação com aliados. A coluna critica como essa justiça seletiva corrói a ordem global e a credibilidade ocidental.
A estratégia da 'névoa de guerra' de Trump na crise EUA-Irã falha, minando a credibilidade global. Analisamos como a ambiguidade gera impasse, trai aliados e eleva custos, desintegrando a liderança.
Mearsheimer alerta que guerra EUA-Irã seria um 'atoleiro sem saída'. O texto examina a crítica às decisões de Trump, os riscos catastróficos à economia global e a necessidade da ética política.
A Casa Branca aposta errado em Ghalibaf, Irã. Subestima a soberania e complexidade do regime por interesses no petróleo, minando a diplomacia e a estabilidade regional.
A ausência de um forte movimento antiguerra nos EUA persiste, mesmo com a desaprovação popular. O artigo examina o ativismo disperso e o desafio de transformar indignação em força cívica.
A ascensão da direita na América do Sul é vista como prévia para 2026 no Brasil. A eleição será definida por fatores internos e gestão social, não por mímese ideológica.