Poluição do Ar: Brasil Adia Saúde Pública para 2044
O Brasil adia para 2044 a meta de ar limpo da OMS, sacrificando 51 mil vidas anuais. Esta decisão política tem custos humanos e econômicos brutais, exigindo ação urgente contra a poluição.
O Brasil adia para 2044 a meta de ar limpo da OMS, sacrificando 51 mil vidas anuais. Esta decisão política tem custos humanos e econômicos brutais, exigindo ação urgente contra a poluição.
O etanol brasileiro é glória nacional, mas seus custos ocultos exigem justiça. Competir com alimentos, impactos ambientais e imunidade parcial a choques de petróleo. Análise sobre sustentabilidade real.
O pacote anti-inflação do governo é analisado criticamente. As medidas são paliativas e superficiais, falhando em atacar as raízes da inflação no Brasil e a real justiça econômica.
Inteligência Artificial no setor financeiro brasileiro: 6 mil empregos eliminados. Enquanto novas vagas surgem para poucos, a automação aprofunda a desigualdade. A Doutrina Social da Igreja exige uma resposta justa.
A logística ineficiente drena 15,5% do PIB do Brasil. O artigo critica o foco em exportação que ignora direitos sociais e a distribuição interna. Propõe uma infraestrutura justa e prudente para servir a todo o país.
Brasil lança Plano de Bioeconomia, prometendo prosperidade verde. A coluna questiona: é avanço sustentável ou novo extrativismo? Sem justiça social para povos tradicionais, o risco é de 'greenwashing'.
Ecoturismo no Brasil celebra belezas, mas esconde gestão frágil e impactos reais. A coluna expõe o 'greenwashing' e a urgência de governança transparente e justiça social para sustentabilidade genuína.
Data center GoBRICS na Bahia: promessa de soberania digital. Mas é autonomia real ou mera dependência externa? A verdadeira soberania exige que o Brasil construa e controle seu próprio futuro digital.
Etanol brasileiro é "arma secreta" contra choques energéticos. O artigo expõe os custos reais da glória: competição por alimentos, monocultura e novas vulnerabilidades climáticas e de mercado.
Data centers no Brasil, impulsionados pela IA, consomem vasta água em regiões já estressadas. Incentivos fiscais não justificam a falta de transparência e a irresponsabilidade hídrica. É preciso ética na gestão.